Da Cidade do Cabo

June 9th, 2010 por Paulo Torres

Segunda-feira (dia 7) cheguei aqui, após uma razoavelmente longa jornada (1 hora de TAM até Guarulhos, 8 horas e meia de SAA pra Joanesburgo, e 2h10 de Kulula aqui para a Cidade do Cabo. O que a South African Airways tem de pose (aeromoças elegantes, refeições cuidadosamente bem apresentadas) a Kulula tem de moderninha/engraçadinha, com direito a piadinhas nos avisos de segurança (“Não é permitido o uso de telefones celulares até que as portas da aeronave estejam abertas. Caso algum passageiro seja visto contrariando esta regra, vamos confiscar o celular e ligar para todos nossos parentes no exterior.”)

SAA's no aeroporto de Joanesburgo

Meu albergue é o Ashanti Lodge, na região de Gardens, próxima ao centro e aparentemente segura. No meu quarto para oito pessoas, havia eu e seis mexicanos até ontem – hoje, os seis mexicanos saíram e chegou um inglês. Albergue muito limpo, com um bar que terá um telão com os jogos da Copa, quartos com cofres individuais e armários com cadeados, e internet a 20 rands por hora. E na recepção do albergue são oferecidas várias opções de passeios guiados, como o que fiz hoje, para a Península do Cabo – vide post seguinte.

Table Mountain, meio escondida ali

Já deu pra sentir como é a cidade: região central tumultuada; o Waterfront (área do porto reformada na década passada e hoje cheia de shoppings e restaurantes) é o principal habitat dos turistas – que são muitos; grandes congestionamentos pela manhã e no fim a tarde nos acessos aos subúrbios; clima chuvoso e agora e junho um tantinho frio – mas estava pior no dia que cheguei.

Vuvuzela tamanho Godzilla

Sobre a Copa do Mundo, algumas coisas vêm sendo feitas em cima da hora, tipo a FanFest (gigantesca) que está ainda sendo montada, mas a cidade já está toda sinalizada e enfeitada. A animação dos capetonians é notável. Bandeiras nos carros, muitas camisas dos Bafana Bafana, vuvuzelas pra todo lado – sendo vendidas e sendo sopradas. Turistas uniformizados já se fazem notar, com uniformes, com bandeiras amarradas no pescoço, com sombreros (mexicanos por todas as partes), e agora há pouco uns brasileiros tentavam puxar uma batucada na Long Street – a principal rua de restaurantes da cidade – sob o olhar meio indiferente dos locais.

Prometi a mim mesmo que escreveria sem muita demora sobre meus dias legais por aqui, para aproveitar a memória ainda fresca. Espero cumprir a promessa.

8 Responses to “Da Cidade do Cabo”

  1. Bi disse:

    Cadê o post seguinte???

  2. Ana disse:

    Tô achando massa. Continue dando notícias e TRAGA PEDRINHAS PRA MIM!!!!!
    Bjo :)

  3. BEL disse:

    Ja gostei do albergue… pra oferecer ate a compra do celular pro hospede! Puxa, essa eu nunca tinha visto! Ta anotada a super dica!

  4. André Missagia disse:

    Em breve vou parar de sentir inveja e pego o vôo pro show do Paul. Mas, de qualquer forma, traz uma vuvuzela pra mim.

  5. Karina M. disse:

    aaaarghhhhh… uma vuvuzela gigaaaaaaaaaaanteeeee

  6. Luciana Biagioni disse:

    Puxa Paulo! Agora tô que não me aguento esperando próximo post!Você criou um monstro curioso da COPA!
    Onde você viu o jogo Brasil e Coréia no dia 15?
    Já ficou meio surdo com as vuvuzelas?
    Esbarrou com alguém famoso do mundo futebolístico?
    Qual foi a comida mais escalofobética que você comeu aí?
    Já sacaneou algum argentino?Pleeeeeease não perca a oportunidade!
    Ai, ai….a inveja mata!!

  7. lessa disse:

    Paulo, impressões sobre Brasil e Coréia já!

  8. Juliano Lauar disse:

    Fala Paulo !!!
    As fotos ficaram muito boas !!!
    bom proveito aí, vamos ver se a seleçao brasileira dá uma melhorada…
    abraço,
    Juliano

Deixe seu comentario