blog   
eu   
e-mail   


maio 2004   
abril 2004   
março 2004   
fevereiro 2004   
janeiro 2004   
dezembro 2003   
novembro 2003   
outubro 2003   
setembro 2003   
agosto 2003   
julho 2003   
junho 2003   
maio 2003   
abril 2003   
março 2003   
fevereiro 2003   
janeiro 2003   
the best of 2002   
dezembro 2002   
novembro 2002   
outubro 2002   
setembro 2002   
agosto 2002   
julho 2002   
junho 2002   
maio 2002   
abril 2002   
março 2002   
fevereiro 2002   
janeiro 2002   
dezembro 2001   
novembro 2001   
outubro 2001   
setembro 2001   
agosto 2001   
julho 2001   
junho 2001   
maio 2001   
abril 2001   
fev/mar 2001   










  


BLOG: (Explicação resumida e mastigada) É um site onde o dono do site escreve sobre o que quiser, sobre o que ele tem feito, comenta filmes ou livros, fala de outros sites, fala de tudo um pouco. Tipo um depósito de pensamentos quase sempre desnecessários. Mas no fundo, citando a primeira cena do filme do Homem-Aranha, "this story, like any worth telling, is all about a girl".

31 de maio de 2004, 23:06
Na minha concepção de universo, uma parte importante da prática esportiva é o vestuário. Quando vou jogar futebol, vou a caráter: camisa de time, calção, chuteira ou tênis de futsal e o imprescindível meião esticado até o joelho. Nos meus tempos que não voltam mais de jogador de basquete, sempre que eu entrava em quadra trajava bermudão, tênis de cano alto e camisa de basquete (sem mangas e tal). Às vezes eu me esmerava um pouco mais no visual e colocava a camisa de basquete sem mangas por cima de uma camiseta de malha normal, igual o Gersão (pivô da seleção brasileira nos tempos de Oscar, Marcel e Pipoka) fazia. E eu sempre me senti quase um atleta de ponta quando vestido da forma acima descrita. Ficava feliz comigo mesmo, podia jogar mal o quanto fosse que eu mesmo me considerava um craque de bola.

Pois bem: semana passada comecei a fazer aulas de natação, retomando uma atividade da qual estava afastado desde 1989. E hoje estreei minha fantasia de nadador, com direito a touca e óculos de nadar. Sim, os óculos de nadar resolveram o problema da irritação profunda dos meus olhos com o cloro da piscina. Mas eu me sinto ridículo vestido daquele jeito. Sei lá, aco que ainda vou me acostumar com a idéia. Ou então vou desistir da touca, que eu sinceramente não sei para que serve (afinal, eu não fazia aula de natação nos meus tempos de adolescente de cabelo comprido).

31 de maio de 2004, 22:51
E o Mascavo, ex-morador de Ribeirão Preto dá mais detalhes sobre a completa falta de senso de ridículo que assola aquela cidade...

30 de maio de 2004, 22:43
Há mais ou menos um mês e maio resolvi voltar a jogar na Loteria Esportiva. Acompanho futebol, sei como estão os times (inclusive os da Série B), os últimos resultados de cada um, sei quais os times que não perdem jogando em casa, tipo que eu sei tudo de futebol. Teoricamente, era pra eu sempre acertar uns 10 jogos, pelo menos (são 14 jogos em cada concurso). E olha meu retrospecto:

Concurso 110: 5 pontos
Concurso 111: perdi o volante, mas fiz uns 8 pontos
Concurso 112: esqueci de apostar
Concurso 113: 3 pontos
Concurso 114: 7 pontos
Concurso 115: 3 pontos

Um dia eu faço os 14 pontos e fico milionário. Eu mereço.

29 de maio de 2004, 16:16
Sobre esse lance dos ingressos do Brasil x Argentina, e a injustiça que é fanáticos por futebol como eu e o meu irmão não conseguirmos ingressos, e um monte de gente que nem sabe quantos lados tem uma bola ter conseguido - assunto já bem discutido no Carrinho No Pescoço - eu defendo uma teoria: acho que quem tivesse ido a pelo menos 5 jogos no Mineirão esse ano deveria ter prioridade na compra de ingressos. Eu, com quase 20 jogos só em 2004, poderia comprar o meu e levar mais 2 ou 3 pessoas, por exemplo.

Ou podiam fazer um vestibular antes da venda de ingressos, tipo tem que explicar como funciona a lei do impedimento e saber em que time jogam pelo menos 5 titulares da seleção, quem não souber é proibido de ir ao jogo.

Pra assistir Copa do Mundo pela TV devia ser assim tb. Odeio aqueles idiotas que ficam perguntando as paradas, "O que foi isso que o juiz marcou?" (num tiro de meta que a bola não sai da área e tem que bater de novo), "Esse Rivaldo é uma bosta!" (na semifinal da Copa de 98, depois de ele ter derrotado a Dinamarca sozinho), por aí vai.

28 de maio de 2004, 22:32
Domingo tem jogo do Galo: Atlético x Santos, às 4 da tarde, no Mineirão. Eu vou. E no fantástico horário de 10 da manhã tem América x Sport Recife, no Independência. Adivinhem se eu não quero ir nos dois jogos e se eu não vou ficar todo orgulhoso de minha própria joselitagem?!

27 de maio de 2004, 19:38
Trecho de música dos The Beatles da semana:
Someday when I'm lonely
Wishing you weren't so far away

27 de maio de 2004, 19:33
Faz-se necessária uma breve explicação sobre o post abaixo, explicação essa escrita muito muito tempo após o post em si:

Um sujeito basicamente criou um blog copiando meus posts (e o layout do Cocadaboa), só trocando "Paulo" pelo nome dele, "Atlético" por "Pameiras" e ""Belo Horizonte" por "Ribeirão Preto". Achei que citá-lo, colocar um link ou explicar o caso seria dar muita moral pra figura. E uns dias depois o Sbubs fez um bom post sobre o caso. Não tenho nada contra Ribeirão, nunca fui lá, e esse foi meu momento popstar na tal blogosfera. Eu preferirira que meu momento popstar tivesse a ver com groupies e/ou grana, mas não, fiquei com a parte do plágio e do fã maluco. É a vida: um dia a gente perde, o outro é do caçador.

Segue o post original: (porque quem apaga post velho não honra os zeros e uns que usa)


Ribeirão Preto deve ser uma cidade estranha. Algumas das coisas mais nonsense que já vi vêm de lá. Quem não lembra da célebre suruba de Ribeirão Preto, aquela cujas fotos foram vistas por toda a internet há uns dois anos? De Ribeirão também veio o Doutor Sócrates, um dos grandes craques do futebol brasileiro, o cara que revolucionou o sempre conservador mundo do futebol ao criar a Democracia Corinthiana, apenas para poder encher a cara e pegar mulher em véspera de jogo. Mais recentemente, o Cicinho, lateral-direito, saiu de lá para o Atlético Mineiro. E quando era o melhor jogador do time, ídolo da torcida, simplesmente fugiu do clube no meio do Brasileirão do ano passado.

Tem algum coisa muito errada na tal Califórnia Brasileira. A água de lá deve ter alguma substância alucinógena, só pode ser. Deve ser tipo uma Malucolândia. (Lembram, do Tiny Toons, aquele lugar onde morava o Cuco Dodô?) Aposto que nessa cidade surreal tem uma estátua do Lewis Carrol na entrada da cidade e um cinema que só passa filmes do Buñuel. Ou por, só passa sessões duplas, um filme do Buñuel seguido por um de kung fu. E o Joselito deve ser o prefeito. Ô lugarzinho de onde sai coisa esquisita. Eu é que não confio mais em nada que saia daquela terra.

27 de maio de 2004, 00:53
São Google é meu santo protetor. Através d'Ele, pode-se encontrar qualquer coisa na web. Não adianta esconder, está tudo ao alcance de um clique, seja uma nota baixa na faculdade ou um comentário feito em algum blog desimportante.

Também é legal ver as buscas que trazem gente para cá. Nunca imaginei, por exemplo, que houvesse mais de 200 páginas contendo a expressão "fusca rosa". Algumas dessas páginas no mínimo surpreendentes.

27 de maio de 2004, 00:01
E na terça-feira passei exatas 12 horas na fila - de 4:40 da manhã às 4:40 da tarde - para comprar ingressos do Brasil x Argentina e não consegui. Muito tumulto, caos total, muita desorganização, gente irritada, nenhuma informação, guerra e fome (faltaram, felizmente, a peste e a morte). Felizmente consegui sair vivo de lá. E eu irei ao jogo, mas a não ser que um milagre aconteça, meus irmãos e alguns amigos que iriam comigo vão apenas assitir ao Superclássico pela TV.

24 de maio de 2004, 23:24
Alguém já disse por aí que o plágio é a mais sincera forma de homenagem. Mas é estranho ser plagiado. Tipo, copiem textos do Veríssimo, crônicas do Rubem Braga, ou, sei lá, poemas do Vinicius de Morais. Copiem algo bom. Tem gente que nem plágio faz direito, caramba.

24 de maio de 2004, 23:05
Várias vezes já cheguei em casa num final de noite de sábado e o jornal de domingo já me aguardava na garagem. Voltar de um final de noite de domingo e encontrar o Estado de Minas de segunda-feira me esperando foi um fato inédito. Bom, mesmo passando a segunda-feira dormindo em pé, quase como um zumbi, acho que valeu a pena.

24 de maio de 2004, 22:48
Semana passada dise que tinha vencido uma batalha contra Murphy, mas que já estava aguardando seu contra-ataque. Pois bem, ele veio. Com muita força. E ameaçando algo que em momento algum pensei em ter de abdicar: o Brasil x Argentina no Mineirão, quarta que vem. Não vou deixar de ir ao jogo, acho que nada poderia me fazer desistir disso. Mas para isso, talvez eu tenha que sacrificar um final de semana que prometia ser divertidíssimo e ainda fazer alguns malabarismos com datas, horários, tarefas a fazer e horários de ônibus e aviões.

Mas antes de pensar nisso, tenho que comprar meu ingresso de estudante. Faltam 10 horas para o início da venda, e já tem umas 50 pessoas na fila em frente à sede do Galo. Antes de 6 da manhã estarei lá, senão...

23 de maio de 2004, 03:09
(Já que andaram reclamando...)

Eu gosto de aeroportos. Não tem a menor lógica isso, mas eu gosto de aeroportos. Especialmente o de Confins, enorme, faraônico, nababesco, monumental, asséptico e absolutamente vazio. Juntando: (1) esse estranho fato de eu gostar de aeroportos; (2) o tanto que gosto de dirigir naquela estrada bacana BH-Confins; e (3) a possibilidade de matar meia tarde de serviço; lá fui eu na tarde de quarta - não sem antes vencer uma tarefa urgentíssima lá no escritório que o Murphy parecia ter guardado com carinho para ese dia - para o longínquo Aeroporto Internacional Tancredo Neves, para me despedir de uma amiga que estava indo fazer alguma modalidade de intercâmbio a qual eu ainda não compreendi muito bem. Enfim, passei mais tempo dentro do carro dirigindo do que no aeroporto, cheguei em casa com uma fome absurda porque qualquer tipo de comida lá no Aeroporto Elefante Branco custa milhões, perdi qualquer crédito que eu teria lá no escritório pra dar uma desculpa furada par matar a tarde de quinta pra ver Brasil x França; mas foi bem legal :)

23 de maio de 2004, 01:52
Fui num festival de tortas hoje. O resultado final:

Paulo 12 x 0 Tortas

Não sei ainda se isso foi uma vitória ou uma derrota. Depois da décima segunda fatia de torta, me retirei do recinto e vim pra casa para a longa sessão de suadeira, e jurei nunca mais comer nada na vida uma dúzia de vezes pelo menos.

Mas não precisei apelar para o envelopinho mágico de São ENO.

23 de maio de 2004, 01:38

Meu desktop novo:

20 de maio de 2004, 22:59
E hoje paguei a primeira parcela do meu ingresso para o Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1. De 22 a 24 de outubro, estarei no autódromo de Interlagos vendo vinte carros correndo em círculos. E achando tudo muito legal.

20 de maio de 2004, 22:01
Trecho de música dos The Beatles da semana:
Why she had to go, I don't know, she wouldn't say

20 de maio de 2004, 21:52
Mudei um dos gifs ali da barrinha da direita... A esperança é a última que morre. Ou melhor, keep walkin'.

20 de maio de 2004, 05:05
O velho Murphy fez de tudo para atrapalhar minha vida nesta quarta-feira, até apelou para alguns golpes baixos, mas ele não foi capaz de me vencer. Agora me resta apenas esperar pelo contra-ataque, ele não admite perder jamais...

20 de maio de 2004, 04:55
O jogo do pingüim é passado. A onda agora é jogar Street Chaves. (Pode baixar e instalar sem medo, não tem vírus!)

Destaque para a genial trilha sonora do joguinho. E a grande ausência é a do carteiro Jaiminho. (Até a Paty e o Godines estão no jogo!)

19 de maio de 2004, 00:37
E aprendo também que sempre que eu tiver que justificar algo propositadamente idiota que eu fizer, as pessoas acreditarão na minha explicação. Se tal explicação for algo muito absurdo e irreal, basta falar rápido e com convicção que ninguém pensará em questionar nada.

19 de maio de 2004, 00:34
A cada dia que passa, tenho mais e mais a sensação de que todo mundo é burro menos eu.

17 de maio de 2004, 13:37
Na última semana surgiu uma ferida estranha e dolorida em uma articulação de meu braço direito. (Sim, literalmente estou com uma dor de cotovelo!!!) Fui ao médico, que pediu-me uma pequena bateria de exames. Hemograma, exame de ácido úrico, umas coisas assim. Ou seja, exame de sangue. Quando fiz meu mais recente exame de sangue, Valdo era uma jovem revelação do time do Grêmio, Mikhail Gorbachev conduzia a União Soviética rumo à democracia e Tom Hanks era só um ator de comédias de sessão da tarde.

Uma década e meia mais velho, depois de assistir vários clipes do Alice Cooper e algumas dúzias de filmes de terror ruim, desenvolvi um certo receio a ser perfurado por qualquer instrumento cortante. Medo de injeção. Isso mesmo. Muito medo. E na sexta-feira cedo, em jejum havia já mais de oito horas, cheguei ao laboratório já preparado para sofrer uma verdadeira sessão de tortura. Imaginava agulhas dos mais diversos tamanhos cortando meu braço, ao som de A Cavalgada das Valquírias. O pânico começou a me dominar.

Meu nome foi chamado e encaminhei-me ao "calabouço" (nome que dei à salinha onde os exames efetivamente são feitos, acho que para que eu me visse mais como um Robin Hood sendo punido por lutar contra a tirania do que como um marmanjo com medinho de injeção). Já com o rosto suado, os músculos contraídos e com um nó na garganta, sentei-me na cadeira e a cruel executora da sentença percebeu meu estado de nervos.

- Relaxe.
- Não dá. Muito tenso.
- Olhe para o outro lado.
- Tem uma agulha prestes a ser fincada no meu braço, como vou olhar pro outro lado??
- Tente pensar em outra coisa...
- Vou pensar no jogo de ontem então.
- Quem ganhou?
- O Cruzeiro ganhou, 2x1, mas foi eliminado nos pênaltis. Perderam os três pênaltis.
- Pronto.
- Ahmn?
- Já tirei dois tubos. E você nem viu. O exame fica pronto quarta-feira, agora toma essa fichinha e leva ali no balcão para fazer um lanche.

Confesso que foi um ritual muito menos doloroso que eu imaginava. E com um lanche grátis no final! Minhas expectativas foram completamente contrariadas, como quase sempre acontece, só que dessa vez isso foi bom!!!

16 de maio de 2004, 12:39
Falando sozinho:
02h15 - "Vou embora, chegar em casa, dormir antes de 2 e meia, acordo cedo amanhã."
02h25 - "Hmn, McDonald's... Era uma boa, com a fome que estou. Passo no drive-thru da Prudente."
02h30 - "Como assim o drive-thru tá fechado? Não vou descer desse carro coisa nenhuma, o Habib's tem um drive-thru, vou lá."
02h40 - "Drive-thru fechado também? Vou ter que descer? Droga."
02h55 - "Mmmm... Esfihas... Eca, cebola. Quem coloca esse monte de cebola nisso? Devia ter comprado tudo de queijo."
03h15 - "Noh, comi muito. Agora vou dormir. Vou dar uma olhadinha no meu ICQ antes, e vou dormir agora."
03h30 - "Nenhum mail novo, ninguém no ICQ, Show de Bola atualizado. Vou dormir. Olha, apareceu alguém no ICQ. Vou fingir que sou educadio e cumprimentar, depois vou dormir."
04h45 - "Eu queria ter ido dormir cedo. Agora já era, vou até meio-dia pelo menos."
08h20 - "Ahtdkyqgmnahrewmnamn... oito e vinte... atrasado... acordar... awnmyjrshfm... aaahhh, é domingo, e já acordei! (palavrões que não cabem ser citados) Damn."

15 de maio de 2004, 18:21
E num desses programas de baixar musica/videos ilegalmente, consegui pegar todos os videoclipes da Britney Spears. São 17 vídeos, cada um mais exuberante que o outro. E sim, eu gosto das músicas. Ou pelo menos eu não "não gosto" delas.

Só me justificando:
1. Sempre que passavam esses clipes na MTV eu parava tudo o que eu estivesse fazendo para assistir. Acabei me acostumando com as músicas.
2. O Fountains of Wayne, minha banda favorita de todos os tempos desse mês, fez uma versão fenomenal de Baby One More Time que eu escuto sem parar.
3. Algumas pessoas que dizem que eu gosto de música ruim e/ou esquisita repetiram várias vezes que eu gostava de Britney Spears, mesmo antes que isso fosse uma verdade, e me sugestionaram.

15 de maio de 2004, 18:08
E aí está... O Fusca cor-de-rosa citado alguns posts atrás. Contemplem-no.

14 de maio de 2004, 21:02
Um final de semana e muita coisa legal para fazer. Mas aposto que a maior parte dessas coisas legais vão furar, cada qual pelo motivo mais idiota do que o outro. Espero que ao menos os filmes que aluguei não me decepcionem. E se um filme chamado No Calor do Verão, que é sobre dois irmãos órfãos surfistas californianos, sendo que que o mais velho tenta conquistar a menina mais bonita da praia, não for exatamente como eu espero que seja, eu desisto.

13 de maio de 2004, 23:56
Trecho de música dos The Beatles da semana:
Silently closing her bedroom door
Leaving the note that she hoped would say more

13 de maio de 2004, 23:48
Tem mais três frases que poderiam ter sido incluídas no post abaixo, mas acho que elas se encaixam apenas no quesito "frases que escuto muitas vezes", e não no quesito "as escuto mais vezes do que eu gostaria". Pelo contrário, tenho até um certo orgulho injustificável delas.

- Como é que você sabe isso??
- Chega de falar de futebol!
- Paulo, você é bonzinho demais.

12 de maio de 2004, 21:31
Algumas frases que escuto mais vezes do que eu deveria escutá-las:

- Só você mesmo, Paulo...
- Você é louco?
- Puta programa de índio, hein...
- Seu desocupado!
- Um dia eu ainda quero ver você bêbado!
- É, esse seu time aí...

11 de maio de 2004, 23:59
Brasil x Argentina, um dos maiores clássicos do futebol mundial, aqui em BH, dia 2 de junho, jogo de Eliminatórias de Copa do Mundo. Todo mundo que eu conheço manifestou interesse de ir ao jogo. E boa parte dese povo desanimou ao ver os preços dos ingressos.

60 reais é muita grana para um jogo de futebol. Mas um Brasil x Argentina é jogo que já me fez viajar até São Paulo, nas últimas eliminatórias. (Dei sorte pra seleção, foi 3x1, melhor jogo da equipe sob o comando do Luxemburgo.) Ronaldo, Ronaldinho, Kaká, Dida, Cafu, Roberto Carlos de um lado. Saviola, Aimar, Verón, Samuel do outro. Eu TENHO que ir nesse jogo.

E vão ser vendidos todos os ingressos mesmo... Então está mais que certo inflacionar os preços, lei de mercado, oferta e procura e tal. É assim que a banda toca. Quem não gostar, volte pra Albânia.

11 de maio de 2004, 23:54
O fusca rosa foi visto outa vez hoje à tarde, no mesmo lugar de ontem. E só aí fui lembrar da minha câmera...

O mais estranho é que também hoje, no traslado casa-trabalho, vi um Renault Twingo cor-de-rosa. Sei lá, tudo isso não pode ser coincidência.

10 de maio de 2004, 23:36
Não falei aqui nada sobre o episódio final de Futurama. Passou aqui no Brasil deve ter uns seis meses, reprisou já, mas hoje acordei com esse episódio na cabeça. Sinopse: Fry quem impressionar a Leela aprendendo a tocar o seu holophonor. E faz um pacto com o Demônio-Robô para conseguir tocar bem. Não vou contar o final, mas afirmo que é um dos melores episódios finais de seriados de todos os tempos, talvez atrás do brilhante último episódio de Beavis & Butt-Head.

E só pra constar: o PIOR episódio final de seriado foi o de Anos Incríveis, sem qualquer contestação.

10 de maio de 2004, 22:23
Hoje tinha um fusca rosa estacionado na frente do escritório onde eu trabalho. Sim, um FUSCA COR-DE-ROSA. Amanhã levarei minha câmera para registrar imagens dessa aberração da natureza, deste acidente genético. É só torcer para que ele volte ao mesmo local.

Isso deve ser um sinal de alguma coisa. Só não consigo imaginar que acontecimento estapafúrdio se manifestaria com o surgimento de um Volkswagen rosado.

09 de maio de 2004, 21:37
Uma das coisas que prometi a mim mesmo no início desse ano foi deixar de lado uma característica boa que eu tenho, mas que acho que me traz uma série de conseqüências frustrantes. E estou de fato mudando esse lado de minha personalidade. Mas no sentido oposto. Tipo, acho que tenho batido sucessivos recordes mundiais, ou algo assim. E as tais conseqüências frustrantes se tornam maiores, mais freqüentres e até rotineiras.

Usando uma metáfora idiota: eu sempre tentei derrubar paredes com cabeçadas. Um certo dia tive a brilhante idéia: "Hmn, não vou mais fazer isso, melhor usar uma marreta, igual todo mundo faz, parece que funciona melhor." Quando estava saindo pra buscar a marreta, olhei para a parede e decidi que uma idéia ainda mais brilhante seria tomar distância e correr em direção à parede para aumentar o impacto da cabeçada.

E nada disso faz sentido. Esse post todo, a metáfora, a parede, eu mesmo. Ninguém vai entender nada.

09 de maio de 2004, 01:16
Possivelmente vou me lembrar de 2004 como aquele ano em que muita coisa legal quase aconteceu. Com uma freqüência assombrosa me vejo liderando a corrida de 10 mil metros, prestes a vencer o Decatlo, quando no meio da volta final começo a já me imaginar no pódio, celebrando a vitória, e me distraio e sigo correndo para fora da pista.

09 de maio de 2004, 00:39
Não custa eu repetir mais uma vez: aquilo que eu escrevo pode se voltar contra mim.

07 de maio de 2004, 19:45
Recentemente tenho descoberto alguns talentos que eu não sabia que eu tinha. Um deles é minha expressão de reprovação, que segundo relatos é realmente capaz de causar sentimentos de culpa nas pessoas. A partir de agora devo usar mais esse meu superpoder.

06 de maio de 2004, 21:20
Trecho de música dos The Beatles da semana:
There's no fun in what I do if she's not there

06 de maio de 2004, 21:20
Já viram os mascotes das Olimpíadas de Atenas? Athenà e Phèvos, dois... Ahmn... Bonecos, ou um casal de crianças, ou dois borrões, ou um par de abaporus, ou apenas uma pintura rupestre... Algo assim.


Na Copa de 2002, os mascotes eram três "seres de energia"... Em Sydney, um ornitorrinco, uma équidina e um kokaburra dividiam o posto de mascote oficial. Mas eram bichos desenhados como reais, e não desenhos estilo desenho-animado-bonitinho. Ou seja, eram feios e assustavam as criancinhas.

Onde foram parar os mascotes legais, tipo o Hodori (o tigre dos Jogos de Seul), o Misha (o urso das Olimpíadas de Moscou), o Naranjito (da Copa de 1982) ou mesmo o Amigo, o papagaio do Pan de Indianapolis'87?? Com essa onda de politicamente correto, inventaram de fazer mascote pra "homenagear as tradições culturais", para "celebrar a união dos povos"... Isso não vende camiseta e nem boneco de pelúcia, que é o motivo pelo qual os mascotes existem! Malditos comunistas e faficheiros organizadores dos grandes eventos esportivos, parem de fumar ácido antes de escolherem os mascotes e contratem logo a Disney pra fazer isso!!!

06 de maio de 2004, 00:58
Comprei os DVDs de vários dos meus filmes favoritos. Mas isso não me satisfaz. O conjunto "sair de casa + ir à locadora + escolher um filme + voltar pra casa + ver o filme" fica muitos pontos abaixo de "ir no meu quarto + pegar um DVD que eu tenho + ver o filme" na Escala Paulo Torres de Noites Fracassadas.

06 de maio de 2004, 00:40
Antigo provérbio chinês nonsense da semana:
Um panda dentro de uma canoa é como uma mulher que sorri: é impossível adivinhar qual a causa.

04 de maio de 2004, 13:34
Dois posts seguidos sobre cinema... Bah, seja o que for...

Kill Bill - Volume 1: O Tarantino conseguiu fazer um filme com diálogos do nível dos filmes do Força Total (aquela sessão kung-fu-yakuza que passava terça à noite na Bandeirantes), com cenas de destruição insana à Marte Ataca!, com mais sangue que Re-Animator e Fome Animal juntos, com mais partes decepadas de corpos do que já foi visto em toda a história do cinema comercial, e ainda assim até os críticos resmungões gostam do filme. É a tal da credibilidade...

Só pra ficar bem claro: eu gostei, já vi duas vezes até. E nas cenas de banho de sangue fiquei praticamente em pé na cadeira do cinema, de tão empolgado.

02 de maio de 2004, 23:15
Toda comédia do Adam Sandler é boa.
Todo filme com a Drew Barrymore é bom.
Comédias românticas estreladas por comediantes de verdade, e não por meg-ryans e julia-roberts, são sempre muito boas.
Logo, Como Se Fosse a Primeira Vez, comédia romântica com o Adam Sandler e a Drew Barrymore, tinha tudo pra ser muito bom. E é muito bom. Não deixa de ter os elementos nonsense de todo filme do Adam Sandler (tipo o pingüim gigante do Billy Madison, ou o jacaré do Um Maluco no Golfe), e ainda tem uma história muito legal. Tão bom quanto o Afinados no Amor, outro filme da dupla.

02 de maio de 2004, 14:39
Não sei se foi uma boa idéia citar no post abaixo que o único objetivo da minha noite de sábado foi discutir futebol, automobilismo e computadores.

02 de maio de 2004, 14:31
Descoberta fantástica do final de semana: a loja de conveniência do posto de gasolina da esquina.

Desvantagens em relação aos copo-sujos tradicionais:
- Não tem nem sinal de presença feminina - o que se torna uma vantagem quando o único objetivo da noite é matar o tempo discutindo futebol, automobilismo e computadores.
- As madrugadas em lojas de conveniência são também freqüentadas por figuras pouco agradáveis - proprietários de Kadetts com neon embaixo, potenciais serial-killers, policiais fingindo estar trabalhando, meninas não muito bonitas bêbadas saindo de festas, por aí vai.

Vantagens sobre os copo-sujos tradicionais:
- Não toca música ruim.
- É fácil conseguir mesa.
- O atendimento é no esquema "vai lá dentro, pega o que quer e pague", sem a dependência de garçons e outras subespécies de homo sapiens.
- Não tem fumaça de cigarro - que tipo de imbecil iria fumar em cima de um grande reservatório de gasolina?!
- Grande variedade de opções gastronômicas junk-food.
- Possibilidade de presenciar cenas engraçadas, como a tentativa mal-sucedida de interação entre o proprietário do Kadett com neon embaixo e as meninas não muito bonitas bêbadas saindo da festa.

01 de maio de 2004, 13:20
Uma coisa que eu nunca havia reparado antes: a tal serra elétrica do clássico filme O Massaacre da Serra Elétrica é na verdade uma serra a gasolina.