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27 de março de 2006, 08:40
Algumas pessoas vão a casamentos porque acham a cerimônia bonita. Outras, porque acham que sua presença será importante para os noivos. E existem aqueles que vão só para encontrar amigos e se divertirem. Eu vou por causa do bolo. Bolo de festa de casamento é, sem sombra de dúvida, a melhor modalidade de bolo.
25 de março de 2006, 16:08
Melhor do que fazer planos sensacionais e megalomaníacos é colocá-los em prática!
Na verdade, tudo o que fiz até agora foi finalizar uma importante etapa de planejamento/logística. A prática acontecerá daqui a algumas semanas... Expectativa crescente até lá! Die Magisch Mystery Fussball Tour 2006 tá chegando aí!!!
22 de março de 2006, 13:40
Minha panturrilha direita se rendeu a Murphy e resolveu se manifestar de forma dolorosa ontem, no exato primeiro chute de uma pelada que não tinha reservas.
O curioso é que acho que joguei melhor ontem, mancando e com dores, do que eu costumo jogar quando estou 100%. Até fiz três gols, um deles com a sempre cega perna esquerda. Estou pensando em me machucar toda semana agora.
Atualização (23/03, 16h07): Estiramento muscular confirmado. 3 a 4 semanas fora dos gramados. Mas se o professor Parreira precisar, estarei em perfeitas condições de atuar na Copa da Alemanha. :)
20 de março de 2006, 19:59
No ultimo sábado, não só meu CD se transformou em um CD autografado, como vi uma das minhas bandas preferidas tocar Gol de Quem?, música de uns dez anos de idade que eu nunca tinha visto ao vivo em quase uma dúzia de shows do Pato Fu que já fui.
16 de março de 2006, 18:00
Conteúdo da minha mochila hoje: livros de alemão, camisa do Criciúma, raquete de squash (com o cabo pra fora da mochila, acidentes em potencial), memory key com dois cds do Bowling For Soup. Combinação um tanto quanto exótica.
14 de março de 2006, 23:23
Ainda falta um tempão para as eleições para presidente, senadores, deputados, governadores, síndico e melhor direção de arte, mas a temporada de spams eleitorais já começou. "Campanha pelo voto nulo", é o tema da vez. Recebi esse texto por e-mail, até tentei rastrear um autor mas tudo que encontrei no Google foi o mesmo texto colado em foruns e blogs.
Tipo que pregar o voto nulo é uma generalização tosca sobre os políticos: existem alguns competentes, ou honestos, ou até os dois ao mesmo tempo (dizem que um exemplar desse último tipo aí foi avistado pelo ornitólogo Stevie Wonder em 1847, na Atlântida, e estava montado em um unicórnio). É a sempre revolucionária e bem articulada atitude "contra-isso-tudo-que-está-aí", que aponta problemas sem buscar soluções. Vejamos: mesmo assumindo como verdadeira a afirmativa de que uma eleição com mais de 50% de votos nulos é inválida (não encontrei tal afirmaiva na legislação eleitoral disponível no site do TSE), quem seria candidato em uma eleição onde os candidatos anteriores estivessem impedidos de concorrer? E isso solucionaria o que? E se, como afirmava outro mail apócrifo que recebi e não encontrei para linkar, "os três poderes formam um conluio, um pacto espúrio, sangram a sociedade", devemos derrubar por completo o atual sistema político e, opção a, constituirmos aldeias isoladas cada qual com seu sábio cacique, ou opção b, centralizar o poder nas mãos de um líder com poderes ilimitados??
Sem contar que boa parte do que li nessa minha fantástica jornada pelo google em busca de possíveis nascedouros de campanhas pelo voto nulo me fez perceber que muitos dos desiludidos com o atual governo petista estão iguais a uma menina de 15 anos que, depois de anos de paixão platônica pelo menino da terceira carteira, obteve em duas semanas de namoro alguns chifres e um pé na bunda, e então resolveu que nenhum homem presta e nunca mais vai se apaixonar.
13 de março de 2006, 22:03
De agora em diante, não mais não mais contribuirei com o crescimento da Grande Coleção de Projetos Inacabados do Show de Bola. Tudo o que eu pensar de legal para o site será executado. Nada mais de textos abandonados na metade do segundo parágrafo, nada mais de qualquer-dia-escrevo-isso. É o mínimo que devo fazer em gratidão ao site que tanta coisa legal vem me proporcionando desde aquele distante ano de 1999.
12 de março de 2006, 12:17
Existe um tempo próprio para tudo, e há uma época para cada coisa debaixo do céu: um tempo para nascer e um tempo para morrer; um tempo para plantar e um tempo para colher o que se semeou; um tempo de baixar músicas da internet, e um tempo para escutá-las; um tempo para comprar livros, e um tempo para lê-los; tempo de juntar um monte de tranqueira no quarto, e tempo de botar ordem naquele caos que está o meu quarto.
09 de março de 2006, 23:52
Se eu quisesse descrever minha vida através de músicas dos Ramones, atualmente eu poderia usar I Wanna Be Sedated e I Don't Care. E isso é bom. E pensando em Ramones acabei me lembrando desse texto. Recomendo a leitura.
06 de março de 2006, 23:52
Eu bebo refrigerantes esquisitos, isso é público e notório. Eu imaginava que meu paladar já havia sido desafiado de todas as maneiras possíveis, por misturas químicas tais como Pop Cola Diet, Maçã Schincariol, a indescritível Fanta Citrus inglesa, Tangerina Del Rey e Inka-Kola, mas semana passada me deparei com um novo solven... quer dizer, refrigerante: o Bluu Blue.
O refrigerante tem um tom único da azul, um pouco mais escuro que aquele líquido pra colocar no esguicho do pára-brisa do carro. E no rótulo é definido como "refrigerante misto de cola e limão". Então bebi, uma garrafa de 600 ml, e sobrevivi. E é bom, tipo um sabor de soda limonada mais doce e enjoativo. Pena que não é encontrada aqui em BH.
06 de março de 2006, 10:44
Framboesa de Ouro 2006 - "vencedores":
Pior Filme: Dirty Love
Pior Ator: Rob Schneider - Gigolô Europeu por Acidente
Pior Atriz: Jenny McCarthy - Dirty Love
Pior Ator Coadjuvante: Hayden Christensen - A Vingança dos Sith
Pior Atriz Coadjuvante: Paris Hilton - A Casa de Cera
Pior dupla ou casal em cena: Will Ferrell & Nicole Kidman - A Feiticeira
Pior refilmagem ou continuação: O Filho do Máskara
Pior diretor: John Asher - Dirty Love
Pior roteiro: Dirty Love
Acertei os quatro prêmio de Dirty Love, e só.
04 de março de 2006, 14:48
Hoje à noite serão anunciados os vencedores do mais importante prêmio do cinema mundial, o Framboesa de Ouro. Assisti aos cinco indicados a pior filme - a lista completa está aqui - e mais a maioria dos demais indicados, e proferirei aqui meus importantíssimos palpites:
- Dirty Love vai ganhar todas as categorias nas quais foi indicado - a "Academia" adora premiar projetos pessoais de astros de terceira divisão, no caso a ex-coelhinha da Playboy e ex-VJ Jenny McCarthy, e convenhamos que o filme faz por merecer.
- Rob "Gigolô Por Acidente" Schneider e Jamie "Filho do Máskara" Kennedy vão brigar careta a careta pelo prêmio de pior ator. Aposto no segundo.
- Alan Cumming como pior coadjuvante é a maior barbada da premiação. E isso porque os votantes nem viram a versão brasileira de O Filho do Máskara, onde seu personagem, o vilão/divindade nórdica Loki, é dublado pelo indescritível SUPLA! Tipo, o Supla tem a manha!
Os vencedores serão divulgados às 00h30, horário de Brasília.
2 de março de 1996, 20:36
O sucesso mais estrondoso da história da música brasileira pertence a cinco quase-adolescentes que tocavam paródias de The Clash e Roberto Leal fantasiados de Tartarugas Ninja. As músicas tocavam em rádios rock, em rádios populares, em festinhas de família, em bailes de formatura, nas "AM, FM e nos elevadô". Acho que nunca mais vai existir nada assim. E nunca mais a Globo vai mostrar cinco pessoas fantasiadas de He-Man ao mesmo tempo. E nao acontecerá de um clipe tão tosco quanto o de Vira-Vira chegar ao topo da parada da MTV.
Hoje se completam dez anos do fim dos seis (ou cinco, ou sete, por aí) meses de fama e sucesso dos Mamonas Assassinas. Dinho, Bento, Samuel, Sérgio e Júlio nem tiveram tempo de desfrutar do próprio sucesso, passaram aqueles poucos meses viajando sem parar, fazendo shows ininterruptos Brasil afora, aparecendo em todos os canais de TV, fantasiados de Chapolim.
Em agosto de 1995 ouvi pela primeira vez "aquela música do português que não pôde ir na suruba e mandou a mulher no lugar dele"; em setembro comprei o CD (no mesmo dia em que comprei o álbum de estréia dos Ramones, e só por isso Mamonas Assassinas não foi a única coisa que escutei naquele tempo); em outubro emprestei-o para metade da minha sala no colégio (gravaram em fitas cassete, copiar CD ainda era coisa de ficção científica); em novembro eu já sabia de cor a letra de Uma Arlinda Mulher (hoje eu tenho que fazer algumas pausas pra que ela saia lá do fundo da memória, mas eu ainda sei); e hoje o meu celular toca Vira-Vira e ocasionalmente ainda escuto aquele cd, possivelmente um dos que eu mais gosto entre toda aquela pilha semicaótica de cds que entulha o meu quarto.
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