blog   
friendtest   
e-mail   





maio 2006   
abril 2006   
março 2006   
fevereiro 2006   
janeiro 2006   
dezembro 2005   
novembro 2005   
outubro 2005   
setembro 2005   
agosto 2005   
julho 2005   
junho 2005   
maio 2005   
abril 2005   
março 2005   
fevereiro 2005   
janeiro 2005   
dezembro 2004   
novembro 2004   
outubro 2004   
setembro 2004   
agosto 2004   
julho 2004   
junho 2004   
maio 2004   
abril 2004   
março 2004   
fevereiro 2004   
janeiro 2004   
dezembro 2003   
novembro 2003   
outubro 2003   
setembro 2003   
agosto 2003   
julho 2003   
junho 2003   
maio 2003   
abril 2003   
março 2003   
fevereiro 2003   
janeiro 2003   
the best of 2002   
dezembro 2002   
novembro 2002   
outubro 2002   
setembro 2002   
agosto 2002   
julho 2002   
junho 2002   
maio 2002   
abril 2002   
março 2002   
fevereiro 2002   
janeiro 2002   
dezembro 2001   
novembro 2001   
outubro 2001   
setembro 2001   
agosto 2001   
julho 2001   
junho 2001   
maio 2001   
abril 2001   
fev/mar 2001   





  


30 de maio de 2006, 14:36
Ainda bem que não existiam YouTube, orkut e Shareaza nos meus ociosos tempos de estudante secundarista. Eu não apenas tornar-me-ia um voraz consumidor de material potencalmente perigoso à saúde, mas poderia facilmente ter me tornado um prolífico produtor de infâmia virtual.

E ainda bem que também não existia Hermes & Renato naquele tempo. Este programa teria me deixado ainda mais estragado do que Simpsons, Bill & Ted, Ren & Stimpy e Wayne & Garth o fizeram.

29 de maio de 2006, 15:06
Minha personalidade foi formada entre 1986 e 1992. Tudo o que àquela época me deixava feliz ainda tem o mesmo efeito, mesmo que eu fique muitos anos distante. Um bom exemplo são as 500 Milhas de Indianapolis, que eu via religiosamente nos tempos de Emerson Fittipaldi e Raul Boesel - eu só ia ao banheiro quando a corrida estava sob bandeira amarela - e não assistia havia pelo menos uns cinco anos. A Fórmula Indy mudou muito, os pilotos atuais não têm um oitavo do carisma de Emerson, Mario Andretti ou Bobby Rahal, e hoje a TV a cabo transmite dúzias de corridas em circuitos ovais todo final de semana. Mas a Indy500 ainda é capaz de me prender por 4 horas no sofá na tarde do último domingo de maio, e me deixar feliz: mesmo quando não tem acidentes espetaculares com fraturas e destroços múltiplos (ontem não teve) ou ultrapassagens na última curva (ontem teve), há uma imprevisibilidade única numa corrida de 500 milhas com a média de 360 quilômetros por hora.

24 de maio de 2006, 11:03
Ontem, jogando futebol com toda a elegância e categoria que adquiri após várias temporadas jogando como quarto-zagueiro/kicker no campão de areia do meu colégio, derrubei um jogador adversário com um chute de bico que errou a bola. Ficou uma marca grande e feia na perna dele. Acho que a cicatriz vai ser permanente. E sim, tenho um estranho orgulho disso.

22 de maio de 2006, 22:20
Torresmo à milanesa deve ser um dos pratos mais arriscados já imaginados. (Com riscos tanto em sua manufatura quanto no consumo.) Não sei se alguém já teve coragem de executar essa brilhante idéia - que obviamente não fui eu o primeiro a tê-la, descobri que existe até uma música do Adoniran Barbosa chamada (dã) Torresmo à Milanesa, onde o poeta paulistano rima "milanesa" com "Tereza".

Infelizmente eu não possuo a destreza culinária exigida por essa tarefa, ou me arriscaria. Pele e gordura de porco fritas, e cobertas por farinha de rosca e ovo batido fritos. Digno de um X-Games culinário! E pode ser feito também nas versões ogro (com molho cheddar), hardcore (frito na gordura da fritadeira de pastel da rodoviária) e vegetariana (frito com óleo de girassol).

22 de maio de 2006, 21:37
E então Montenegro aprovou em plebiscito a sua independência da Sérvia, e agora são seis os países originários da antiga Iugoslávia, que constava nos mapas nos quais eu aprendi Geografia e estavam corretos até outubro de 1991. Um desses novo países nem nome tem, é conhecido apenas por Antiga República Iugoslava da Macedônia, pois a Grécia teme que sua região fronteiriça - também chamada Macedônia - queira se unir ao novo país.

A continuar nesse ritmo, em 2062, ano em que o cometa Halley voltará a passar por perto da Terra, cada cidadão nascido nos Balcãs será uma nação independente, com direito a assento na ONU e duas vagas na Copa da UEFA.

20 de maio de 2006, 20:03
Da série: Da filosofia de Beavis & Butt-Head:
It's like, if you were scoring with two chicks at the same time in real life, what would you dream about?

17 de maio de 2006, 01:13
Comecei a escrever um post um tanto quanto longo sobre o quanto as pessoas são previsíveis, sobre papos chatos que se repetem ad infinitum e sobre a preguiça cada vez maior que eu tenho disso. Mas ainda no inicio do texto percebi que isso iria desembocar em previsíveis papos chatos repetidos que me deixariam com ainda mais preguiça disso tudo. Achei melhor substituir o post por uma piada de elefante.

- Por que o elefante não consegue tirar carteira de motorista?
- Porque ele está sempre dando trombada.

12 de maio de 2006, 16:43
Instalei o Google Talk, o comunicador instantâneo do Todo-Poderoso Google. (Na verdade, instalei foi um plugin para que o programinha genérico multiprotocolos que eu uso conecte-se também à rede do GTalk, mas isso não vem ao caso.) O que me deixou intrigado é que agora eu posso conversar comigo mesmo via internet. Eu pergunto na janela do GTalk, e repondo naquele messenger que tem embutido no GMail. É algo não tão inútil quanto parece à primeira vista, por exemplo, hoje mesmo me contei uma piada que eu ainda não conhecia!

11 de maio de 2006, 13:33
"Um tempo para descansar, esfriar a cabeça e esquecer as preocupações" nunca é tempo suficiente, não importa quão longo seja.

09 de maio de 2006, 15:56
Belo Horizonte tem um trânsito deveras tranqüilo, com congestionamentos apenas em certos locais e horários. Mas há alguns pontos onde, mesmo sem engarrafamentos, a selvageria dos motoristas é algo a ser destacado. Na principal rua do tranqüilo bairro onde trabalho - mais residencial do que comercial - há no mesmo quarteirão duas agências bancárias, dois ou três restaurantes e um pequeno centro comercial. E nenhuma lei de trânsito é válida por ali. Ao mesmo tempo, pode-se ver carros estacionados em fila dupla, carros estacionados no ponto de ônibus, motoristas falando ao celular, caminhões descendo a rua na contra-mão, táxis apanhando passageiros sem estacionar, carros dando um "balão" para fazer o retorno, carros que estavam parados em fila dupla no ponto de ônibus dando um "balão" para fazer o retorno com o motorista falando ao celular... Eu não me sinto seguro ali. toda vez que passo por lá, sinto que eu deveria, além de segurar o volante com as mãos, ter duas granadas de mão no porta-luvas e carregar com os dentes um facão estilo Crocodilo Dundee.

06 de maio de 2006, 13:19
Existe uma relação puramernte matemática entre músicas e praias. A simples citação de nomes de praias/balneários nas letras tem um peso decisivo na minha preconceituosa avaliação sobre a música em questão. Funciona mais ou menos assim (em uma escala de 100 pontos, pontuação por praia citada):

- Citar uma praia brasileira: perde 5 pontos
- Citar uma praia nordestina: perde 15 pontos
- Citar uma praia baiana: perde 30 pontos
- Citar uma praia californiana: ganha 5 pontos
- Citar uma praia caribenha: ganha 10 pontos
- Citar uma praia havaiana: ganha 30 pontos
- Caso a música seja instrumental e a citação seja apenas no título: pontuação dobrada

05 de maio de 2006, 00:43
Trecho de música do R.E.M. que não faz sentido da semana:
That's great, it starts with an earthquake, birds and snakes, an aeroplane - Lenny Bruce is not afraid

É o primero verso de "It's The End Of The World As We Know It (And I Feel Fine)". O fim do mundo começa com um terremoto, pássaros, cobras, um avião. OK, uma escrição bacana. Mas por que o Lenny Bruce teria medo, ou não teria medo? O que um polêmico comediante americano dos anos 50/60 tem a ver com o fim do mundo como nós o conhecemos?! Para piorar, lá depois da metade da música são citados Leonard Bernstein (maestro/regente/compositor/sei lá o que americano), Leonid Brejnev (presidente soviético nos anos 60) e Lester Bangs (crítico musical famoso nos anos 70). Acho que não é pra fazer sentido mesmo, é só pela repetião fonética e tal. Ou seja, a minha banda preferida tem seus momentos de Humberto Gessinger, e ainda assim faz músicas legais. Não sei se isso é bom ou ruim, acho que é bom.

04 de maio de 2006, 10:34
Hoje eu perdi toda e qualquer direito que eu tinha de reclamar de falta de sorte, das injustiças que o mundo faz comigo, de reclamar da vida em geral. O mundo é um lugar belo e justo e eu sou uma pessoa abençoada pela sorte.

Tipo assim, poucas vezes algo feito na base do "vamos ver se cola" funcionou tão bem. Danke schön!

01 de maio de 2006, 01:46
Há pouco tempo o Mr.Manson disse que que os Google Ads estão virando anúncio de poste. Ainda não vi nenhum anuncio de mãe-de-santo, mas já me deparei com coisas bem intrigantes como essa aqui:


Não tinha como não clicar em um link desses. E fui parar em um blog luso-português sobre ateísmo. E cada vez mais eu adoro a internet!

01 de maio de 2006, 00:02
Da série: Motivos para se adorar a internet

A solidariedade entre desconhecidos é algo que me comove neste admirável mundo nerd. Coloco aqui uma foto da Chita com o Tarzan, e gente que eu nunca vi antes dispende de seu precioso tempo para me mandar um e-mail pra dizer que o Tarzan não era o Tarzan que eu disse que era, mas sim um outro Tarzan. Escrevo que estou com dificuldades para baixar de forma ilegal e pirata uma determinada música, e em poucas horas recebo-a por e-mail. Divago sobre um obscuro jornal sensacionalista de uma cidade do interior, e me presenteiam com a senha para ver o conteúdo do site, e não apenas as manchetes.

Bom, já que as coisas estão funcionando assim... O site oficial da Nívea Stelmann é muito bacana, embora levemente desatualizado, só faltava mesmo era ter o telefone dela. Na Wikipedia também não tem, já olhei lá!