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26 de abril de 2007, 16:10
Na foto abaixo, o panorama de uma partida de WAR com seis jogadores, às 23h40 de um sábado - cerca de 75 minutos após o seu início. Paulo jogava com os exércitos verdes.


Nessa segunda foto, a mesma partida, três horas mais tarde, em momentos em que cada troca já superava uma centena de exércitos. Reparem que não há mais exércitos verdes em cena. Os exércitos verdes sofreram uma ataque traiçoeiro vindo da Colômbia/Venezuela imediatamente após uma inesperada derrota ao tentar conquistar o Vietnã; e não conseguiu se defender após esta desastrosa rodada.


Através de sua assessoria de imprensa, o marechal dos exércitos verdes alega ter tido os dados de ataque sabotados. E elogia o comportamento de suas tropas, que nunca deixaram de tentar atacar inimigo algum, mesmo quando em inferioridade numérica, ao contrário de todos os outros exércitos, formados por soldados "frutinhas, covardes e galinhas".

26 de abril de 2007, 09:31
Citação de Futurama da semana:
- Vão embora e parem com esse maldito protesto! A não ser que seja um protesto nudista.

25 de abril de 2007, 00:31
Da série: Eu ia escrever alguma coisa aqui, mas não lembro o que era, então coloco três piadas cretinas de elefantes:

- Qual tipo de elefante consegue pular mais alto que uma casa?
- Qualquer um. Casas não pulam.

- Como um elefante sai do Mar Vermelho?
- Molhado.

- Como se faz para colocar um elefante em cima de uma cerejeira?
- Plante uma semente de cereja na terra, coloque o elefante em cima e espere a cerejeira crescer.

21 de abril de 2007, 14:50
Dois filmes totalmente opostos, que vi sem muitas expectativas e se provaram bem divertidos: As Férias de Mr. Bean e O Cheiro do Ralo. Uma comédia de erros clássica disfarçada de road movie, e uma comédia de humor negro com não mais que três ou quatro cenários. E os dois superaram as minhas expectativas.

O As Férias de Mr. Bean é como um dos esquetes do Mr. Bean, mas com 90 minutos de duração - e aumento proporcional de piadas, claro. Vi a versão dublada, mas nem faz muita diferença - humor físico tem dessa vantagem! O filme é bem legal, quase que apaga da lembrança aquele horroroso "Mr. Bean - O Filme" do meio dos anos 90.

O Cheiro do Ralo é a história de um personagem com um senso de moral bem, digamos, peculiar; e é engraçado pela falta de noção dele no trato com seus clientes e pelas suas taras/manias toscas. E o Selton Mello é o protagonista, e ele é um daqueles atores com eterna expressão de idiota. Top 5 atores com eterna expressão de idiota, na ordem: Brandan "George o Rei da Floresta" Fraser, Eric "Monty Python" Idle, Selton "Caramuru" Mello, Antoine "o cara que apresentava Eurotrash junto com o Jean-Paul Gaultier" de Caunes e Robbie "o cantor, não o ator" Williams.

Em qualquer clipe ou show do Robbie Williams ele tem a eterna expressão idiota estampada no rosto. Pode estar cantando sobre as más condições de higiene da sarjeta na qual ele foi deixado pela ingrata ex-namorada, ou pode estar só o esqueleto dele gerado por computador dançando, sempre o sorrisinho retardado estará lá. Se eu precisasse escolher alguém para um papel de vilão-canastrão-magalomaníaco em um filme, esclheria o Robbie Williams. Ou a Alicia Silverstone, mas essa por motivos bem distintos.

19 de abril de 2007, 17:07
Styx está para o rock'n'roll assim como Guilherme Arantes e Roupa Nova estão para a MPB. Ninguém admite que gosta, mas se tocar alguma música em uma reunião de tiozões fãs de Deep Purple, todo mundo canta junto, Come sail away, come sail away, come sail away with me...

Meu lamentável futuro vai pra esse lado. Mas antes Domo arigato, mister roboto do que Terra, planeta água. Serei um tiozão ainda com alguma dignidade.

16 de abril de 2007, 22:18
Viagens legais rendem fundos de tela legais. (Desde que se tenha uma câmera campeã e um mínimo de habilidade e/ou paciência com fotos. No meu caso, muita paciência para a aplicação exaustiva do método tentativa-e-erro.)

16 de abril de 2007, 14:40
Em uma grande avenida da zona sul de BH, localizam-se dois dos principais shopping centers da cidade, a sete ou oito quilômetros de distância um do outro. Um logo no início da avenida, construído no meio de um bairro tradicional da cidade; o outro, praticamente na divisa com um município vizinho, ficava no meio do nada quando foi construído, e hoje é cercado por arranha-céus luxuosos.

Estando exatamente em frente ao primeiro shopping, que não tem entrada para seu estacionamento na citada avenida, gasta-se menos tempo para percorrer os oito quilômetros morro acima e entrar no outro shopping do que para dar a volta de cinco quarteirões pelo meio do bairro até o estacionamento que está logo ali ao alcance de uma cuspida. Uma das peculiaridades mágicas dessa minha muito estranha cidade. Mas eu gosto dela mesmo assim.

09 de abril de 2007, 15:10
Da série: Lições que o tempo me ensinou
Jamais contrarie o cara que está dirigindo um trator.

09 de abril de 2007, 02:46
Paulo foi a um parque aquático. Duas conseqüências obrigatórias desta frase: "Paulo está contente" e "Paulo tem escoriações múltiplas por todo o corpo".

03 de abril de 2007, 23:56
...e eu escrevi pra uma revista de verdade. Uma página inteira! Com duas fotos. Em uma revista que tem gente que gasta dinheiro para ler. (Inclusive eu.) A corajosa publicação foi a revista Trivela, edição de março de 2007. Tem o Roberto Carlos na capa. O lateral, não o cantor. Como o nome sugere, é uma revista sobre futebol. É "filha" do Trivela.com, excelente e já tradicional site sobre futebol.

Resolveram fazer uma matéria sobre jogos entre times pequenos nos campeonatos estaduais, e fui convocado para encarar o programa de índio em terras mineiras. Democrata de Sete Lagoas x Villa Nova foi o jogo que escolhi - depois de bater o pé e afirmar que o América não é time pequeno! Os outros jogos da reportagem foram Novo Hamburgo x Gaucho, América-RJ x Friburguense, Rio Branco de Americana x Ponte Preta e Fluminense de Feira x Vitória da Conquista. E ficou bem legal. Olha aí embaixo a minha página: (É legal dizer "a *minha* página"! Desde os tempos de colaborador do jornalzinho do colégio eu não falava isso.)


A imagem tá pequena, sim. Para ler a matéria, vá em uma banca e troque sete reais e noventa centavos pela a revista, nem precisa juntar anéis de latinha de refrigerante nem nada semelhante. Ou então, dê uma folheada na revista, meu texto tá na página 25, mas tem muita coisa legal, e você vai ficar lendo a revista inteira, e o jornaleiro não vai ficar contente se você ler a revista inteira lá na banca e não comprá-la.

02 de abril de 2007, 13:32
O e-mail me foi enviado pelo Sbub, que escreve no blog Sbubs. Recebi-o há quase duas semanas, mas eu nunca fui conhecido pela agilidade em responder e-mails.

Subject: Se você pensa que Tampico é suco...

Rapaz,
Tampico não é suco. É um isotônico, como Gatorade. E, convenhamos, as cores e os sabores do Gatorade são bem mais legais. E não estou sendo discriminatório, aquele Kapo é um suco também, apesar de não ser exatamente um suco. Mas Tampico é isotônico. A diferença é que repõe os sais minerais (bom), mas se você não tiver um gasto de sais, eles podem virar pedras no seu rim (mau), é mais barato do que gatorade (bom), mas engorda muito mais que os sucos (mau). Como você vê, há vantagens e desvantagens, como o Gelogurte.

Informou o plantão sbubs!

Abraço,
Sbub

Eu já havia ouvido falar que Tampico seria um isotônico, mas vem escrito no rótulo apenas "bebida à base de maçã, morango, framboesa e amora". Já o Gatorade é um "repositor hidroeletrolítico para praticantes de atividades físicas sabor morango e maracujá". (As frutas citadas correspondem ao sabores "vermelhos".) São coisas bem diferentes. Ou pelo menos são descrições bem diferentes. Mas do ponto de vista de um apreciador de bebidas não-alcóolicas esqusiitonas que sou, o Tampico vence fácil. Tampico tem gosto de bebida industrial (bom), e Gatorade tem sabor de água suja (sabor?!). Tampico tem cores vivas, fortes, firmes (bom), Gatorade tem cores desbotadas (um tanto quanto desanimadoras). Vitória do Tampico. Por nocaute.