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28 de agosto de 2007, 10:20
Isso não é admitido publicamente, mas todo mundo sabe: nas faculdades de odontologia, são ensinadas técnicas de tortura física e psicológica. Diversas disciplinas a esse respeito integram a grade curricular, como por exemplo Teoria Geral do Terror Auditivo, Técnicas Avançadas de Tortura I, Fundamentos de Asfixia Alheia e a obrigatória Ciência da Dissimulação.

Nessa última, os futuros dentistas são treinados a dizer frases-feitas como "Essa anestesia passou muito rápido!", ou "A cárie estava mais funda do que parecia na radiografia, acho que esbarrou no nervo."

24 de agosto de 2007, 11:42
Parece que o Toddy Mais Chocolate com Coco saiu de linha. Não o encontro mais nos pontos de venda habituais, apenas os Toddys tradicional, light, Floresta Negra e Chocolate com Aveia. Lamento profundamente, mas sei que o Toddy Coco terá um lugar especial no céu dos alimentos industrializados, junto à Fanta Maçã e ao Talento Intense.

E assim que o SAC do Toddy der alguma resposta ao meu lamento, transcreverei-o aqui.

21 de agosto de 2007, 22:54

9 PIORES SUPERFÍCIES ESPORTIVAS
NAS QUAIS JÁ ME ESTABAQUEI

(por ordem de dor)

1. saibro
2. cimento
3. grama sintética mal cuidada
4. fundo do mar (não pela pancada, mas pela água que entra pelo nariz)
5. madeira
6. água do mar
7. grama sintética nova
8. tatame
9. grama

21 de agosto de 2007, 02:58
Então após ter assistido as versões dublada em português e legendada, e após um tempo necessário para que a adrenalina baixasse, fiz alguns comentários sobre Os Simpsons - O Filme. Estão em uma página separada, porque ficou meio grande o texto, e também porque eu meio que conto o filme todo.


Fica a advertência: se você não quer saber o que acontece no filme antes de assisti-lo, não leia antes de assistir. Se já assistiu, ou se não se importa com isso, os meus comentários sobre Os Simpsons - O Filme.

20 de agosto de 2007, 09:37
Há mais de um ano eu não passava pela experiência de sair em público usando uma camisa do decacampeão América Futebol Clube - a única que eu tinha, dei de presente a um amigo americano após tê-la autografada pelos craques de seleção Gilberto Silva e Fred, revelados pelo Coelhão do Mal.

Nesse sábado comprei uma nova camisa verde-preta, e andando vestido de americano pela cidade vi pessoas me encarando com expressões que iam da curiosidade à descrença. Como se estivessem vendo um mico-leão-dourado ou algum animal já extinto. Situação triste essa do time do Horto.

P.S.: O América venceu por 4x2 o Democrata de Sete Lagoas, em seu primeiro jogo oficial desde o domingo de Páscoa. É bom tê-lo de volta.

16 de agosto de 2007, 23:01
Os Simpsons de verdade voltaram! Os do cinema não são aqueles impostores sem graça que assumiram o lugar deles na TV a partir da oitava temporada, são os verdadeiros. Com direito a expressões faciais 100% groeninganas. Com um montão de personagens secundários e várias referências a momentos clássicos da série, mas nada gratuito ou desnecessário. A nova voz do Homer chama a atenção nos primeiros instantes do filme, mas logo perde a relevância frente ao roteiro, digno dos bons momentos da terceira e quarta temporadas. Valeu a expectativa.

16 de agosto de 2007, 16:00
Uma hora e meia. Lembretes para mim mesmo:
1. Só deixar a sala após o fim dos créditos finais.
2. Refrigerante pequeno - para não ter que ir ao banheiro no meio do filme.
3. Comichão é o rato.

16 de agosto de 2007, 14:08
Ontem baixei a trilha sonora do filme. Mas só escutei o tema principal e Spider Pig. Não quis me antecipar ao filme. Não faltando apenas um dia. Agora, três horas e vinte e um minutos.

16 de agosto de 2007, 13:01
Quatro horas e meia. Ingresso comprado. Tempo de caminhada até o cinema cronometrado: treze minutos. Na porta do cinema, ninguém na fila, ainda.

16 de agosto de 2007, 10:34
Hoje. Dentro de cinco sete horas. Dublado em português. Ansiedade. Bart, Lisa, Maggie, Homer, Marge, Abe, Patty, Selma, Apu, Wiggum, Ralph, Martin, Milhouse, Jayne, Utter, Sherri, Terri, Nelson, Dolph, Jimbo, Kearney, Edna, Skinner, Hoover, Herman, Lovejoy, Flanders, Rod, Todd, Comichão, Coçadinha, Krusty, Mel, Teeny, Tony Gordo, Quimby, Otto, Disco Stu, Manjula, os óctuplos, Burns, Smithers, Lenny, Carl, Moe, Barney, Duffman, Borolota, Bola de Neve II, Ajudante de Papai Noel, Frink, Abelhão, cara da loja de quadrinhos, Wolfcastle, Homem Radioativo, Monroe, Brockman, Jebbediah.

Hmm... Será que o Bob aparece no filme? Como será que vão traduzir o nome dele dessa vez?

14 de agosto de 2007, 20:25
Da série: Culinária para quem não sabe cozinhar e não quer aprender

Ao fritar um ovo para colocar no X-resto-de-geladeira, jogue também o presunto e queijo na frigideira, assim que a clara do ovo começar a ficar branca. Mas atente para a ordem dos procedimentos: PRIMEIRO pegue presunto e queijo na geladeira, e DEPOIS comece o processo de fritura. Se você colocar o ovo pra fritar primeiro, e só então for procurar aquele pacote de onde-foi-que-minha-mãe-guardou-esse-maldito-presunto, o resultado final terá um sabor, digamos, excessivamente tostado.

13 de agosto de 2007, 23:44
De filmes recentemente vistos no cinema: (Tipo que eu até queria assistir Cão Sem Dono e Saneamento Básico, de verdade, mas deu preguiça. E não tavam passando nos shoppings com estacionamento farto e horários adequados à minha rotina.)

Ratatouille: Divertido e com alguns personagens bem carismáticos. (Linguini e Colette, os dois humanos principais. Já o rato Remy é talvez o protagonista mais 'sem sal' da Pixar desde o Flick do Vida de Inseto.) Mas é meio cansativo, longo demais, assim como Os Incríveis também era. Não por acaso, os dois filmes foram dirigidos pelo unanimidade-da-crítica Brad Bird.
Cotação: uma Place de La Concórde, de uma Torre Eiffel possível

A Volta do Todo-Poderoso: Todo filme que te deixa com vontade de dançar no fim é legal, mesmo que seja uma seqüência de um filme do Jim Carrey SEM o Jim Carrey.
Cotação: um Steve Carrell, de um Jim Carrey possível (isso é uma cotação bem mais ou menos)

Escorregando para a Glória: Will Ferrell, o cara que é um ótimo coadjuvante (Os Produtores, Dias Incríveis) e péssimo protagonista (Talladega Nights, Penetras Bons de Bico). Jon Heder, que fez os esquisitões Napleon Dynamite e Escola de Idiotas - não sei até hoje se gostei desses filmes. Juntos, conseguiram fazer um filme engraçado e divertido. E, o que há muito muito tempo eu não via em comédias idiotas americanas, o filme tem um único final! Sem muitas reviravoltas, sem nenhuma surpresa pós-clímax. Quando termina a história, termina o filme! Como que há tanto tempo não pensavam nisso?!
Cotação: Loucademia de Polícia 1 e 2, dos sete filmes da série possíveis (e isso corresponde tipo a uma nota nove)

13 de agosto de 2007, 10:13
Ontem, Atlético 1x2 Palmeiras, no Mineirão. E devido a um atraso no almoço de Dia dos Pais, cheguei no estádio já com uns dez minutos de jogo. E já tinham acontecido os dois primeiros gols - um de cada time - e o gol anulado do Danilinho, muito questionado pelo time do Galo. Fiquei mais chateado com isso do que com a derrota e com as marcaçõs duvidosas do Sr. Juiz.

Tipo assim, eu faço o maior esforço pra estar sempre presente, gasto dinheiro, gasolina, tempo, voz, tudo para assistir aqueles vinte e dois marmanjos correndo atrás de uma bola. Todo jogo eu estou lá. Será que não dava pra eles terem esperado eu chegar pra marcarem os gols?! Falta de consideração!

11 de agosto de 2007, 01:32
Paulo: Favor ser mais sucinto. Três linhas é mais que suficiente para qualquer coisa que mereça ser escrita aqui. Mais que isso não tenho paciência de ler.

Grato,
Você mesmo.

09 de agosto de 2007, 17:17
Tenho me esforçado em não me empolgar excessivamente com o vindouro filme dos Simspsons. Desde que estreou nos EUA, no último dia 27, tenho evitado acessar fóruns, comunidades e fansites sobre a série, e não lerei resenhas e críticas do filme antes de assistí-lo.

Ainda desconheço detalhes do roteiro, só sei o que foi divulgado na época do lançamento do primeiro trailer - ou seja, sei apenas que o Homer faz uma lambança muito grande na Usina, e que em dado ponto da trama o Bart vai morar com os Flanders. Sei que a animação será superior àquela da TV, sei que não haverá grandes momentos musicais no filme - o CD da trilha sonora é apenas a trilha orquestrada do filme, e mais o Homer cantando Spider-Pig - e temo pelo roteiro.

Tenho medo dos finais abruptos e das forçadas de barra que assolam a série desde a décima temporada (houve sensível melhora desde a décima-sexta, hei de admitir). Mas estarei lá, na primeira sessão que me for possível comparecer, seja ela dublada em portugês ou legendada. Vi hoje que o Cinemark terá uma sessão na quinta-feira, às 17h30, horário praticamente perfeito para minhas intenções. (Já configurei o contador regressivo do alto dessa página para este horário, agora faltam cerca de 7 dias e 20 minutos.)

No derradeiro fim-de-semana da era pré-Filme d'Os Simpsons, assistir o making of exibido pela Fox, e se possível os três episódios já exibidos com a nova dublagem do Homer. Waldyr Sant'anna, dono da voz clássica do personagem no Brasil, foi demitido no início da atual temporada, a décima oitava. Para substituí-lo, não foi chamado de volta Júlio César, que deu voz a Homer entre a oitava e a décima quarta temporadas: o novo dublador é Carlos Alberto, ex-apresentador do SporTV News. Fanáticos pela série com mais tempo livre do que eu colocaram esse vídeo no Youtubo comparando os três Homers. E daqui a sete dias e treze minutos, minha expectativa terá fim.

07 de agosto de 2007, 22:19
Da série: Menino, pára de comer porcaria!

Minha eterna busca pelo sanduíche perfeito parece ter chegado ao fim onde menos eu esperava: no
Subway. A casa, que eu acreditava ser especializada em sanduíches de salada, tem oculta em meio a pimentões e molhos teriakis um dos mais fantásticos alimentos já construídos pelo homem: o Sanduíche da Almôndegas do Subway.

Com a possibilidade oferecida pelo restaurante de escolha dos diferentes componentes, é possível montar uma verdadeira macarronada em forma de sanduíche. Minha receita mágica é:
    - Pão: De parmesão
    - Queijo: Suíço ou americano (com porção extra)
    - Presunto: Sim, por favor!
    - Condimentos: Orégano
    - Salada: Salada? Eu?!
    - Molho: Esqueci o nome, mas é aquele amarelo, com páprica.

Isso tudo, no tamanho Super - em um pão de 30cm - é o Cálice Sagrado dos sanduíches. O sanduíche no tamanho Big, de "apenas" 15cm, já é uma bela, suculenta e saborosa refeição. Melhor que o Quarteirão com Queijo, melhor que o Duplo Whopper, melhor que o saudoso McUruguai, melhor que o X-Egg-Bacon do Komilão aqui perto de casa, melhor que o Tex-Mex do Eddie's, que o Burger Kin's com creme de milho do Joakin's, melhor até que o sanduíche de resto de geladeira que eu faço no dia em que sobra filé de peixe do almoço. O Sanduíche da Almôndegas do Subway (sempre com maiúsculas) está para os sanduíches assim como a
Laetitia Casta
está para os decotes.

Conclusão não-relacionada ao resto do texto: Procurar pelo cardápio do delivery do Subway que estava na minha escrivaninha, jogado entre revistas de futebol de 2005 e os controles remotos de todos os aparelhos de som da casa, e não encontrá-lo, é um sinal inequívoco de que meu quarto clama por ser arrumado.

06 de agosto de 2007, 14:36
Algo que não se vê todo dia: vacas vira-latas. E eu vi hoje, no caminho de casa para o trabalho, junto a uns terrenos baldios onde há uma surpreendentemente grande concentração de vacas urbanas. Todo dia pode-se avistar vacas por ali, mas normalmente elas ficam pastando e ruminando calmamente, e não revirando e comendo lixo doméstico.

04 de agosto de 2007, 01:31
O Pato Fu, uma das bandas de que mais gosto, lança um álbum novo, que se chama Daqui pro Futuro. Mas o CD estará nas lojas só no fim de agosto, e até lá estará a venda apenas na UOL Megastore, em formato digital, por R$ 9,90.

"OK então, compro o download agora, e em vez de comprar o CD logo que for lançado, espero uns meses até o preço cair." Sim, eu ainda compro CDs, ao menos daquelas bandas que eu gosto e admiro. Tenho a coleção completa de CDs e DVDs do Pato. Eu pagaria sim pelo download legal. Mas, como se pode deduzir pelo uso da condicional nessa última oração, houve um contratempo: na tal loja virtual, não é possível comprar o disco e pagar o valor que por ele é cobrado. Você compra "créditos", mínimo de 15 reais (veja aqui). Então, com não mais que cinco cliques, fiz o download ilegal, pirata e criminoso do disco. Não pagarei quinze por algo que custa nove-e-noventa!

Eu quero comprar um produto e pagar por ele o preço previamente estabelecido, me parece algo um tanto quanto lógico. É assim que o capitalismo funciona! O falecido Batista, saudoso baleiro da porta do meu colégio, cobrava setenta centavos por um Prestígio. E então para comprar um Prestígio eu pagava setenta centavos ao Batista. Nunca houve alguma restrição do tipo "O mínimo que você pode comprar aqui é três reais. Pode pegar três reais e pegar balas aos pouqinhos até que seu crédito acabe, mas tem que pagar três reais adiantado." Havia sim a situação contrária, comprava balas e chocolates, o Batista anotava os valores no caderninho, e na sexta-feira eu pagava o que devia. Que é na essência o mesmo sistema Paulo x Visa/Mastercard que uso hoje. O caderninho do baleiro foi o cartão de crédito da minha adolescência. Mas isso é uma outra história.

Não fui eu a primeira pessoa a se decepcionar com a dificuldade em se comprar música pela internet dentro da lei: a Lia Amancio não conseguiu comprar algumas faixas porque o iMusica achou o browser dela feio e bobo; e esse cara aqui descobriu que sites gringos que vendem mp3 legalizadas só aceitam cartões de crédito gringos. Enquanto gravadoras e portais continuarem entendendo de economia menos que um baleiro de porta de colégio, comprar música pela web continuará sendo uma missão impossível.

02 de agosto de 2007, 01:43
De volta a BH. Onde o céu é tão azul (só porque é meio que obrigatório citar Sweet Home Alabama a cada vez que se volta para casa), e onde todo mundo se entende mesmo sem falar a metade final das palavras. A cidade, segue do mesmo jeito que a deixei, parece. Familiar e previsível, assim como as pessoas que fazem parte do meu convívio por aqui. O que é bom e ruim ao mesmo tempo. Esse contraponto familiaridade x previsibvilidade das pessoas daria um texto bem longo, se eu tivesse disposição de desenvolvê-la, e sei que em tempos recentes estourei - muito - minha cota de textos longos por aqui. Quase tanto quanto estourei o limite do meu cartão de crédito e a cota de tráfego de dados do meu plano de celular nesse últmo mês.