blog   
rss 2.0   
faq   
e-mail   
twitter   
tumblr   





maio 2009   
abril 2009   
março 2009   
fevereiro 2009   
janeiro 2009   
dezembro 2008   
novembro 2008   
outubro 2008   
setembro 2008   
agosto 2008   
julho 2008   
junho 2008   
maio 2008   
abril 2008   
março 2008   
fevereiro 2008   
janeiro 2008   
dezembro 2007   
novembro 2007   
outubro 2007   
setembro 2007   
agosto 2007   
Os Simpsons - O Filme   
julho 2007   
junho 2007   
maio 2007   
abril 2007   
março 2007   
fevereiro 2007   
janeiro 2007   
dezembro 2006   
novembro 2006   
outubro 2006   
setembro 2006   
agosto 2006   
julho 2006   
junho 2006   
maio 2006   
abril 2006   
março 2006   
fevereiro 2006   
janeiro 2006   
dezembro 2005   
novembro 2005   
outubro 2005   
setembro 2005   
agosto 2005   
julho 2005   
junho 2005   
maio 2005   
abril 2005   
março 2005   
fevereiro 2005   
janeiro 2005   
dezembro 2004   
novembro 2004   
outubro 2004   
setembro 2004   
agosto 2004   
julho 2004   
junho 2004   
maio 2004   
abril 2004   
março 2004   
fevereiro 2004   
janeiro 2004   
dezembro 2003   
novembro 2003   
outubro 2003   
setembro 2003   
agosto 2003   
julho 2003   
junho 2003   
maio 2003   
abril 2003   
março 2003   
fevereiro 2003   
janeiro 2003   
the best of 2002   
dezembro 2002   
novembro 2002   
outubro 2002   
setembro 2002   
agosto 2002   
julho 2002   
junho 2002   
maio 2002   
abril 2002   
março 2002   
fevereiro 2002   
janeiro 2002   
dezembro 2001   
novembro 2001   
outubro 2001   
setembro 2001   
agosto 2001   
julho 2001   
junho 2001   
maio 2001   
abril 2001   
fev/mar 2001   

last.fm








  


28 de maio de 2009, 23:15
Vi no blog do Flávio Gomes: hoje completam-se vinte anos da primeira vitória de Emmerson Fittipaldi nas 500 Milhas de Indianápolis.

Antes de vídeo, uma breve contextualização, para aqueles que não têm essa disputa entre o velho Emmo e o então-ainda-jovem Al Unser Jr. na curva 3 gravada a fogo na memória. (Para mim, é mais fácil rever mentalmente essa ultrapassagem do que lembrar, tipo, de onde é que conheço aquela loirinha de top cor-de-rosa que me cumprimentou pelo nome ontem na academia.)

1. Era apenas a segunda ou terceira vez que as 500 Milhas de Indianápolis eram transmitidas ao vivo para o Brasil, pela TV Bandeirantes;

2. Era a volta 198 de um total de 200;

3. Fittipaldi poderia se tornar o primeiro brasileiro a vencer a prova automobilísitca mais importante a Oeste do Oceano Atlântico;

4. Al Unser Jr., filho de um piloto quatro vezes vencedor da Indy500, havia terminado a prova do ano anterior em segundo lugar;

5. Paulo Torres tinha 10 anos de idade e havia passado já três horas e meia sentado em frente à TV vendo esses carros correndo em círculos.


Eram outros tempos. Batidas eram naturais, não se procuravam "culpados" por qualquer colisãozinha. A entrevista do Unser Jr. no fim do vídeo diz tudo: "Nós dois queríamos vencer, e àquela altura ninguém ia tirar o pé. Só um carro ia conseguir terminar aquela curva." E os aplausos dele para o Emmerson ao fim da corrida, algo do tipo "Você me venceu, mas foi ducaralho."

Al Unser Jr. acabou tendo essa derrota compensada ao vencer as 500 Milhas em 1992, simplesmente a corrida mais emocionante de todos os tempos.

O vídeo acima é do canal oficial da IndyCar no youtube, mas também recomendo o vídeo da trnasmissão americana das últimas sete voltas daquela corrida. Além da disputa na pista, tem boas tomadas das esposas dos dois pilotos apreensivas nos boxes, e dá pera ouvir o "thump" seco do Little Al batendo no muro (aos 4:46). Os dois vídeos são pra assistir em alta qualidade, tela cheia, em pé na frente do computador e sempre longe de objetos que se quebrem quando acidentalmente arremessados ao chão. (Espero que meu irmão não repare que colei a tela do iPod dele com fita adesiva.)

E sim, estou ficando velho e esse provavelmente é o primeiro de uma longa série de posts reclamando que nada mais presta e que tudo era melhor "na minha época". Daqui uns seis anos, creio que será esse o tema único desse blog. Estarei resmungando até das notícias de macaco, que não serão mais tão interessantes quanto naqueles tempos inocentes e felizes de 2009, quando ainda eram raros os macacos que brilham no escuro.

27 de maio de 2009, 00:11
Frenesi Polissilábico, do Nick Hornby, tem um efeito nefasto sobre mim: me faz deixar de ter vergonha de comprar pilhas de livros e não ler uns 70% deles. (O raciocínio vale também para filmes, música...)

**********************
Não sei se um dia vou conseguir voltar a comer um Quarteirão ou um Cheddar. Porque esse Crispy Chicken Lemon que o McDonald's colocou no cardápio faz com que todos os outros sanduíches da rede dos arcos dourados pareçam tão sem gosto, sem graça e sem personalidade quanto um cheeseburger do Burger King.

21 de maio de 2009, 21:24
Hoje eu comi pão com manteiga na chapa. Utilizei pão da padaria Empório do Pão e margarina Delícia.

Estava gostoso.

18 de maio de 2009, 23:55
Faço abaixo uma cobertura ao vivo e em primeira mão de Coming to Homerica, o último episódio da vigésima temporada de Os Simpsons. Que dizer, não é bem "em primeira mão", porque o episódio foi exibido ontem nos Estados Unidos. E tecnicamente, não é exatamente "ao vivo", porque eu vou escrevendo à medida em que assisto, mas só publicarei o post de uma só vez, ao fim da sessão. E nem sei se dá pra camar de "cobertura", não quero escrever toda a história do episódio, vão ser só uns comentários soltos. Ah, vocês entenderam.

Cobertura ao vivo de Coming to Homerica
(Vigésimo e último episódio da vigésima temporada de Os Simpsons)
    por Paulo Torres[1]

00:08 Woohoo, abertura completa!

00:12 Não deixe de reparar os óculos...

01:10 Cena do sofá repetida.

03:09 Troy McClure faz toda a falta nesse tipo de piada.

04:12 Momento "freeze frame". Quero um desse brinde do Krusty Meal!

05:48 Uma das cidades que também comprou o monotrilho do Lyle Lanley.

08:00 Linda tomada aérea.

08:57 Graaande Flanders!

10:27 Já vi isso em O Limoeiro de Tróia, lá na sexta temporada.

12:11 Agora ficou igual Muito Apu Por Quase Nada, da sétima temporada.

15:15 Da direita pra esquerda: Otto, Gil, Kirk Van Houten, Lenny, Carl, Brandine, Barney, Herman, Hans Moleman, Cletus.

15:19 HERMAN! Cara, quanto tempo! Nem no filme ele tinha aparecido... Aquele cara que só tem um braço e vende equipamentos militares, não se lembram? Esse aqui:


15:24 E Sideshow Mel, Larry, Sam, Moe. E Homer.

15:56 Hmm... Homer, o Vigilante, quinta temporada, alguém?

17:52 Agora virou festa a Maggie falar? Todo episódio?!

18:27 Então Ogdenville também tem um letreiro com o nome da cidade em uma colina!

19:25 Lurleen Lumpkin, sempre avistada em meio a multidões.

20:19 Senti um clima ali entre a Lisa e o par dela, hein. E ela sempre teve uma queda por gringos - vide o Colin, o irlandês do filme.

Considerações finais: Um episódio médio-bom para fechar a boa temporada. Teve todo um sentimento Simpsons Already Did It, mas acho que o saldo foi positivo. Ótimas gags rápidas (ri alto com a única loja aberta da cidade), e evitaram o didatismo panfletário que costuma estragar qualquer história envolvendo o tema desse episódio. E desde já vou contando os dias para a Temporada 21.

[1] Paulo Torres é fã de Os Simpsons.

18 de maio de 2009, 22:23
Melhor logotipo de entidade esportiva de todos os tempos:


Ou, parando pra pensar, *melhor logotipo* de todos os tempos!

P.S. 1: A Federação Americana de Dança de Poste existe de verdade. Existe também uma federação na Rússia, existe a World Pole Dance Federation, mas nenhuma com um logotipo tão vistoso.

P.S. 2: Essa música que colocaram como trilha dos melhores momentos do Campeonato Americano de Dança de Poste 2009 meio que não combina com o vídeo.

P.S. 3: Se as atletas são assim, imagina as líderes de torcida!

12 de maio de 2009, 17:22
Da série: As três perguntas do dia:

1. Existirá, talvez em algum universo paralelo onde pavê de chocolate emagrece e a minissaia da Liv Tyler em Empire Records seja a apresentadora do Jornal Nacional, alguma combinação de duas palavras mais sensacional e empolgante do que NINJA CHEERLEADERS?


2. Por que diabos *ninguém* me avisou que existe um filme chamado exatamente NINJA CHEERLEADERS, que foi lançado já há mais de um ano?

3. Por que um download de filme demora tanto?

11 de maio de 2009, 18:12
Notícia de macaco da semana:
Orangotango assobiador do zoo de Heidelberg lança CD

Será lançado em junho o primeiro CD de Ujian, orangotango do zoológico de Heidelberg, na Alemanha. Ujian, de 14 anos de idade, aprendeu sozinho a assobiar, e o produtor musical Christian Wolf registrou cerca de cinco horas de material para a produção do CD. Os assobios de Uijan são a base das músicas, que têm vocais de Tobias Kämmerer.

O CD será vendido por €3.99, e os lucros serão investidos nas melhorias das habitações dos primatas do próprio zoológico. O primeiro single, Ich bin Ujian, já atingiu o topo das paradas de sucesso deste blog e pode ser ouvido no site do diário Stuttgarter Nachrichten - tem também um vídeo do macaco borneense assobiando.


O orangotango Ujian lança seu primeiro CD

A notícia já circulou por respeitados sites de notícias, como o G1 e o português IOL. Mas só aqui você pode ler uma entrevista exclusiva com o maior rockstar simiesco de Baden-Württemberg:

- Ujian, quais são suas maiores influências musicais?
- Ujian sempre escutou muito The Monkees e The Animals. Ujian gosta bastante do Gorillaz, mas em geral Ujian não gosta dessas bandas mais recentes. Os Arctic Monkeys, por exemplo, são muito frios.

- O que você conhece de música brasileira?
- Ujian gosta muito de João Penca & Seus Miquinhos Amestrados e do Macaco Bong.

- É verdade que você estrelará uma peça de teatro?
- Ujian está em negociações para fazer o papel de Dr. Zaius na versão alemã de Planeta dos Macacos - O Musical.

- E você tem planos de fazer carreira fora da Alemanha?
- Ujian sonha em fazer cinema. Um Hóspede do Barulho é um clássico que merece ser refilmado com um macaco de verdade, não com aquele bobalhão fantasiado.

- Ujian... o Harry não era um macaco, era o Pé Grande.
- Você já é meio grandinho pra acreditar nessa historinha de Pé Grande. Humanos...

05 de maio de 2009, 23:47
Morreu hoje em Santa Monica, Califórnia, o ator Dom de Luise. Ele tinha 75 anos e todo mundo se lembra dele como o apresentador gordinho simpático do Candid Camera, aquele programa de pegadinhas que passava no Multishow - ou passa ainda, sei lá, náo vejo nada no Multishow desde que pararam de reprisar Anos Incríveis.

Dom de Luise, antes de se tornar o patrono de todos os programas de pegadinha do planeta, foi um dos melhores e mais famosos atores de comédia de sua hoje esquecida geração - a geração do cinema pré-Poderoso Chefão e da TV pré-Saturday Night Live, que tinha os comediantes Sid Caesar, Marty Feldman, Harvey Korman, Cloris Leachman, Mort Sahl. Naquele tempo, George Clooney, Meryl Streep e Will Smith eram Paul Newman, Anne Bancroft e Burt Reynolds.


Dom de Luise, Mel Brooks e Marty Feldman, os Três Amigos de 1976.

Conheci vários desses atores assistindo aos filmes do Mel Brooks no início da adolescência: vi Banzé no Oeste no SBT em uma tarde preguiçosa e S.O.S. Tem Um Louco Solto no Espaço na Tela Quente, assisti A Louca Louca História de Robin Hood no finado Cine Pathé, e saí em busca dos outros filmes na locadora.

(Parêntese para os mais jovens: naqueles tempos, asisstir a um filme antigo exigia certa dedicação. Só existia meia dúzia de canais de TV, e pra assistir um filme no videocassete a gente tinha que ir a uma locadora - uma loja que alugava fitas de vídeo - para procurar pelos filmes em bagunçadas prateleiras, e só então levar o filme pra casa, para devolvê-lo daí dois ou três dias. E pagava-se por isso. E quem devolvesse a fita sem rebobinar, ainda pagava uma multa.)

(Talvez eu precise fazer um post separado para explicar o que significa rebobinar. E também videocassete.)

Dom de Luise era uma presença constante nos filmes do Mel Brooks. Mais ou menos como o Seth Rogen nos filmes do Judd Apatow, ou a Duda Little nos filmes da Xuxa. Ele foi Nero em A História do Mundo - Parte 1, foi o inimitável vilão Pizza The Hutt no S.O.S. Tem Um Louco Solto no Espaço, participou de The Twelve Chairs, Banzé no Oeste e d'A Louca Louca História de Robin Hood.

Meu filme preferido do Dom de Luise é A Última Loucura de Mel Brooks (tradução caça-níqueis para Silent Movie), um filme mudo onde ele, Mel Brooks e Marty Feldman são três cineastas que querem filmar o primeiro filme mudo em quarenta anos. É um filme que une o pastelão de Os Três Patetas e dos Irmãos Marx ao ritmo esmagador de piadas ininterruptas que alguns anos mais tarde deixaria famoso o trio Zucker-Abrahams-Zucker (de Apertem Os Cintos, o Piloto Sumiu, Top Secret - Superconfidencial, Corra Que a Polícia Vem Aí).

Abaixo, uma das melhores cenas de A História do Mundo - Parte 1 - sem o Dom de Luise, mas vale a homenagem por tabela.


Sobre o Dom de Luise, a melhor frase que li hoje é do sempre totalmente excelente The Superficial: "Não consigo pensar em nenhum ator que possa ser chamado de 'o Dom de Luise dos dias de hoje'. Culpo por isso a internet e, por alguma razão, o Zac Efron."

02 de maio de 2009, 23:45
Tomar sorvete de casquinha e dirigir ao mesmo tempo
- Tentativa #04 -

Data: 02 de maio, 19o aniversário de falecimento do Zé Trindade
Sorveteria: A recém-inaugurada Yogoberry do Diamond Mall
Sabor: Smoothie de amora

Um smoothie é basicamente frozen yogurt gelogurte batido com polpa de fruta e gelo. Por conseguinte, é servido em um copo, e assim não deveria fazer parte dessa experiência. Mas simultaneamente dirigir e tomar uma bebida que causa forte brain-freeze não é uma tarefa tão simples como parece.

Além das rápidas e potentes dores de cabeça a cada gole gelado, é necessário segurar o copo em uma mão, o volante com outra e trocar as marchas com outra. Deixar o copo sobre o banco do carona ou em cima do painel é desastre garantido - eu sempre peço Coca-Cola no drive-thru do McDonald's porque é a bebida de conseqüências menos severas quando derramada no banco do carro: Fanta Laranja derramada deixa o carro todo com cheiro de festa de criança por umas três semanas, Sprite é muito mais "melante", e os sucos do McDonald's são capazes de manchar até mesmo a lataria.

Passei bem por essa prova. Foi fundamental para o sucesso da missão o prévio conhecimento da rota: eu já visualizava com antecedência as mudanças de marcha necessárias. Isso evitou momentos perigosos experimentados em etapas anteriores, como a temida troca de marcha com a mão esquerda e a improvável curva feita com os joelhos virando o volante. (Sou alto, dirijo um carro pequeno, a distância não é o problema, o problema é a destreza dos meus joelhos.)